Não é um episódio de uma telenovela ou mesmo o filme é, a história de vida de o homem cidadão português que está sentenciado a uma pena de prisão e a data que o INTERCEPT PORTUGAL denúncia , F.C. está sujeito a uma vida de reclusão no Estabelecimento Prisional algures .


PROCESSO :256/14.1 JALRA-A TRIBUNAL das CALDAS da RAINHA

Não é um episódio de uma telenovela ou mesmo o filme é, a história de vida de o homem cidadão português que está sentenciado a uma pena de prisão e a data que o INTERCEPT PORTUGAL denúncia , F.C. está sujeito a uma vida de reclusão no Estabelecimento Prisional algures .

Esta história real pode ser a história de qualquer homem que amanhã seja denunciado por uma excompanheira que sofra de uma patologia de psicopata.

A excompanheira de F.C. , em determinado momento da vida com sede de se vingar do excompanheiro F.C. pelo facto de não aceitar a rotura de relacionamento e separação conjugal , planeou na sua imaginação uma VINGANÇA contra o excompanheiro, acusando este de violar a filha , criança menor de idade de quem esta mulher e F.C. são os progenitores .

Denúncia que foi executada porém a mesma não foi sujeita a uma investigação policial e sem provas factuais resultado de uma análise forense este homem foi acusado pelo ministério público de o crime que não cometeu e foi condenado pelo Tribunal.

INTERCEPT PORTUGAL acedeu ao processo pela mão de F.C. e conclui ,
que este processo está repleto de sugestões de o possível crime , porém uma prova factual concreta do suposto crime praticado pelo F.C. , NÃO CONSTA DA ACUSAÇÃO.

Supostamente o Ministério Público tem objectivos a alcançar de condenações, nomeadamente crimes sexuais e crimes de violência familiar , para fins de estatística e relatório social perante o governo e Bruxelas.

Às associações de defesa dos direitos da mulher , movimentos feministas ,
LGBT e políticos interessa a estes a causa da MODA que é ” violência sexual ” ou ” violência familiar ” porque atrai fundos de capital e aos políticos DÁ VOTOS!!!

F.C. foi julgado e condenado a uma pena efectiva de prisão , sentença produzida na livre convicção dos factos apreciados pelo tribunal.

Consequentemente a sua vida social desmoronou e pela imposição do tribunal é afastado da filha menor , hoje esta criança É ÓRFÃ DE O PAI QUE ESTÁ VIVO !

INTERCEPT PORTUGAL conclui que este homem foi sujeito a uma acusação por parte de alguém que tem graves transtornos psíquicos.

E , supostamente a criança foi manipulada pela mãe para em sede de inquérito mentir à justiça , e hoje vive no silêncio o terror da ausência do pai F.C. , o homem que sempre foi o pai presente e protector .

Como corrigir este erro grave da Justiça Portuguesa? Onde estão os peritos forenses para avaliar este tipo de processos de forma isenta e imparcial? Pode o recurso extraordináriode revisão de sentença transitada em julgado corrigir a história de F.C. ?

O crime de pedofilia destrói a alma da vítima, este crime como todos os outros deve de ser denunciado e julgado , MAS JULGADO COM PROVAS FACTUAIS E MAGISTRADOS ISENTOS À PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA E DA COMUNICAÇÃO SOCIAL.

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